Meus amigos, minha fé, minhas dúvidas,
Minhas viagens [físicas e psicológicas].
Minha mãe,
Meu pai,
Minha avó,
Meus irmãos, cunhadas, sobrinha [plural em breve lol]
E o orgulho que tenho de cada um deles.
Eu sou meus sonhos, minhas frustrações, minhas determinações e desistências.
Meus medos, minhas ansiedades e a coragem [essa não é minha].
A razão que me atormenta e me impede de ser como todo mundo.
O sobrenatural.
Eu sou a responsabilidade que eu sinto sobre mim, a obediência, e a vontade de fugir.
As línguas que falo, as frases que calo.
O cuidado que dou e o amor que guardo.
Sou também as saudades que sinto e as vontades sem sentido.
Constituída de milhares de ditados, versículos e provérbios. Formada de milhões de olhares de amor e de repreensão.
Eu sou cada um dos meus cachorrinhos de estimação, sou cada vitória que conquistei e que presenciei.
Cada gringo que passou na minha vida, cada exemplo, cada despedida.
Cada anseio desesperado de ser melhor. Minha vontade de mudar, eu sou.
Rebeca foi o nome que me deram antes mesmo de me conhecer.
Aquela que cativa, profetizaram.
Aquela que cativa, concordaram.
Definitivamente indefinida, pensei.
Sou ainda cada abraço que recebi, cada sorriso que sorri.
Cada “não” que disse.
Cada braçada a mais, cada kg a mais, cada km a mais,cada aula a mais, superação.
Cada sacrifício que fiz e os que deixei de fazer.
Eu sou mais do que me ensinaram a ser, embora menos do que deveria.
Sou o que vi, o que senti e o que deixei de viver.
Minhas experiências, minhas decisões... Portanto, [u]minhas conseqüências[/u].
Eu sou quem eu serei.
Os amigos que já não tenho, os primos e tios mais distantes,
O interior do meu pai e o bisavô que já não é. Nem imaginam, mas são parte de mim.
A consciência da brevidade do tempo e da futilidade das coisas. E o paradoxal interesse por elas, eu sou.
Sou quem não quero, e mesmo assim eu sou por querer.
Os livros que ainda espero ler [e por que não escrever?]
O orgulho da minha brasilidade, e a vontade de ter nascido bem longe.
O desejo de fazer tudo ao contrario.
Ou o de mudar o mundo e ganhar medalhas, enquanto deito no sofá e assisto The OC.
Ah, The Oc. Também faz parte de mim.
Cada 10 em inglês e cada 2 em matemática.
Eu sou a minha fanática torcida por cada uma das minhas amigas.
E a fervorosa flamenguista desinformada.
Eu sou a que sempre tem uma opinião, mas nem sempre tem que informar.
Eu sou a que se cala quando precisa pensar, e a que se cala quando precisa falar.
Mas sou ainda a que fala, quando precisa ajudar.
Eu sou a mais fria dona de um coração de manteiga.
E segundo Talita, a indecisa mais decidida que ela conhece.
Sou o que as musicas me fazem sentir
A barra de chocolate depois de um filme romântico e os pensamentos que me visitam em algum momento solitário diante de qualquer paisagem
[b]Sou a força que finjo ter, e a que tenho sem saber.[/b]
Eu sou as minhas esquisitices,
A culpa que sinto por não te amar.
Meu ipod, minha cama, meu passaporte... Papel e caneta! O som do meu carro.
O romantismo reprimido, o sarcasmo exarcebado, eu sou?
Descobri desde cedo que nem sempre sou o que pareço...
Muito menos o que penso ser.
A que olha nos olhos.
A que preza por respeito e educação.
Incansável perseguidora de uma tal criatividade.
Eu sou a que não consegue reter certas lágrimas
Sou o sonho de uma dança.
O sonho de uma multidão.
O sonho de uma definição.
Eu sou o que escolho ser.
Cada livro da bíblia que nunca consegui ler, e os que já li mil vezes.
Sou a que de repente quer realizar vinte anos em meia hora e pouco depois, só sobreviver
Minhas hipérboles, eu também sou.
Minha teimosia, eu também sou
A que tem medo de se descrever e acabou de fazer.
O maior nome de qualquer lista de chamada.
A que deseja ser por ser e não por relacionar.
A brisa, o mar... da ilha que a minha essência nunca deixará.
A minha vontade de ser,
E a que já deveria ter parado de escrever,
Essa sou eu.