sábado, 4 de julho de 2009

Ao meu amor

Quem é você que eu tanto quero?
Quem é você que tanto espero?

Amor,
Amor da minha vida,
Luz das minhas manhãs,
Refugio das minhas noites,
Voz do meu consolo,
Peito do meu abraço,
Ouvido das minhas confissões
E declarações de...

Amor!
Amor da minha vida,

Voz que me acalma a alma,
Riso que me alegra o dia,
Olhar que protege,
Beijo que derrete
Meu coração gelado não vai te resistir
As muralhas que construi finalmente hão de cair...

Quem é você que toma o meu tempo e me rouba o chão antes mesmo de se apresentar?
Quem é você que, desde já, me faz sonhar?

Ele, Ela: uma letra de diferença.


Renuncia é seu nome
Às vezes parece-me ter nascido pra ser mártir

Menino forte, solícito, maduro e sempre compreensível
Por dentro ele sente, por dentro ele sofre
Não entendo seu gosto por morte.
Mata seus sonhos e desejos,
Rejeita sua sorte.
Menino,
Menino...

Olha! Lá vem a vida
Vem correndo ao teu encontro,
Não parará a tua frente.
Se não te aluir,
Como um touro enfurecido te atropelará.
Drama? Dir-me-ás um dia, se estou a exagerar...

Menino, não esqueça teus princípios,
Mas traz também à memória o sangue que corre em tuas veias!

Não ligues pra mim,
Sou apenas uma voz.

Não sou a do juízo, não
Nem mesmo a da perdição...
Sou só a voz do coração que amordaçastes em teu peito,
Algemastes e condenastes
Sem nem antes dar-lhe a chance de se defender.

Meninos que não dão trabalho aos outros, dão muito mais a si mesmos.
Ninguém vê nem imagina...
E esse mesmo ‘ninguém’ viverá os dias que estas a desperdiçar.

Trair ao próximo é pecado, sim, o sabemos.
E quanto a si mesmo? Não seria covardia?